O risco pedagógico não está no uso em si, mas no encaixe confortável entre uma cultura escolar pouco dialógica e uma tecnologia que entrega respostas com aparência de competência. A consequência é concreta: o uso acrítico vira norma silenciosa, e o que deveria ser exceção vira rotina. Isso impacta diretamente a aprendizagem, porque o aluno passa a estudar pelo que aparece, pelo que é sugerido, pelo que viraliza, e não pelo que é epistemologicamente consistente.